Eu? Quem sou? Talvez apenas mais um amigo, ou talvez ainda um seguidor, um obcecado. Talvez eu tenha sido apenas mais uma pessoa ou talvez tenha sido a pessoa. Podem me chamar de amigo, ou companheiro, pai, irmão ou amante. Eu era. Para ela fui tudo, seria tudo.
Ah Lilla! Que saudades desses olhos negros como a noite, desses olhos que carregam os mistérios do universo. Que saudade da pele aveludada, daquela doçura das palavras. Que saudades das filosofias idiotas, das explicações simples, das risadas bobas.
Ah Lilla! Como precisei de você, como te amei. Os seus mistérios, seus conceitos, seus erros, seus olhos, aqueles que por mais que vissem coisas não sabia escondê-las de mim. Que saudades, Lilla, de seus abraços, se sua vida, escolhas, que afetavam a todos, que afetavam a mim.
Ah Lilla! Que saudades desses olhos negros como a noite, desses olhos que carregam os mistérios do universo. Que saudade da pele aveludada, daquela doçura das palavras. Que saudades das filosofias idiotas, das explicações simples, das risadas bobas.
Ah Lilla! Como precisei de você, como te amei. Os seus mistérios, seus conceitos, seus erros, seus olhos, aqueles que por mais que vissem coisas não sabia escondê-las de mim. Que saudades, Lilla, de seus abraços, se sua vida, escolhas, que afetavam a todos, que afetavam a mim.
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